A trégua interessa aos dois lados. Eduardo Campos quer evitar ser alvo de ataques com o lançamento precoce de sua candidatura. Além disso, precisa manter parceria com o Planalto para viabilizar a administração em Pernambuco, e também os demais governos administrados pelo PSB. Já a presidente Dilma precisa de apoio de Campos para atravessar 2013, um ano de dificuldades políticas. Com isso, ficam adiadas definições oficiais sobre a sucessão de 2014.
G1
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