Na semana passada, o Ministério da Saúde
divulgou um alerta sobre a situação da doença no País, pedindo para que
profissionais de saúde fiquem atentos e, diante dos sintomas da doença,
passem a pedir exame para confirmação da infecção.
Estatísticas mostram que o número de
crianças imunizadas vem caindo desde 2010. Mesmo assim, o secretário
descarta que o aumento de casos esteja associado a uma menor cobertura
vacinal. A estratégia de prevenção da coqueluche atualmente é baseada na
imunização de crianças. São três doses da vacina pentavalente (que
protege também contra difteria, tétano, Haemophilus influenza tipo B e
hepatite B), aplicadas a partir de dois meses. A última dose é dada aos 8
meses.
A vacinação de gestantes pretende
aumentar a proteção dos bebês, que começaria a ser feita ainda durante a
gestação. Em março, o governo deverá se reunir com fabricantes para
definir a compra da vacina. A expectativa é de que 4 milhões de
gestantes sejam imunizadas. A coqueluche é transmitida principalmente
pelo contato com gotículas de secreção eliminadas ao tossir, falar e
espirrar. A doença, transmitida por bactéria, apresenta como primeiros
sintomas catarro, febre baixa, espirro, falta de apetite e tosse
noturna. Se não tratada, ela pode levar à morte.
Fonte: Agência Estado
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