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Dilma ganhou uma flor de metal de uma soldadora, feita com o material da demolição da antiga Fonte
Foto: Mellyna Reis/NE10 Bahia
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"Eu tenho sempre o hábito de chegar nos aniversários e trazer presentes", afirmou Dilma, sobre a chegada dos recursos uma semana após Salvador ter completado 464 anos (29 de março). A verba servirá para a construção de dois corredores exclusivos para ônibus de mais três avenidas.
Em meio a polêmica presidência do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, as palavras proferidas pela presidente - que ainda não se pronunciou publicamente sobre o assunto - podem ser interpretadas como uma alfinetada direcionada ao parlamentar.
"Esse estádio que se volta para esse orgulho do nosso sincretismo, da nossa cultura e da nossa diversidade", pontuou Dilma, mencionando o Dique do Tororó, em frente ao estádio, que abriga esculturas gigantes de orixás do candomblé.
"Nós vivemos um País diferente do mundo, onde todas as etnias, todos credos religiosos, todas as filiações, conseguem viver em paz", considerou. Dilma se declarou contra qualquer forma de discriminação, mas citou diretamente apenas mulheres e negros.
Cerca de dois mil operários da construção pesada assistiram a solenidade e foram saudados pela presidente logo no ínicio do evento, o que, segundo Dilma, foi "uma quebra de protocolo".
Participaram da cerimônia o ministros dos Esportes, Aldo Rebelo, da Justiça, José Eduardon Cardozo, a secretária de Políticas e Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Barros, e o recém empossado ministro dos Transportes e ex-governador, Cesár Borges.
Mellyna Reis
Do NE10/Bahia

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