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Ao contrário da última segunda-feira, não houve tumulto no portão da Refinaria
Foto: Renato Barros/Rádio Jornal/Arquivo
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Os operários voltaram às duas maiores obras do Complexo de Suape, no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, normalmente nesta manhã. Entretanto muitos deles tiveram o crachá recusado na portaria, um sinal de que estariam na lista de demitidos por conta do movimento de 24 dias.
A conta informal é de 90 demissões por justa causa e outras 700 normais. Essas últimas seriam motivadas por desmobilização natural no canteiro, a medida que a construção da Rnest avança. A obra está, segundo balanço do governo federal, 64% pronta.
Os trabalhadores reivindicavam o cumprimento de um dos pontos acertados no acordo coletivo da categoria, firmado em agosto, que previa equiparação salarial entre os operários de mesma função em empresas diferentes. O levantamento técnico apontou discrepâncias de até 47% em algumas funções.
Patrões e trabalhadores chegaram a um acordo nessa terça-feira (20), adotando uma tabela que prevê uma média dos salários como novo piso para 32 categorias profissionais. A compensação pelos dias parados será realizada caso a caso por cada empresa.
Do NE10
Com informações da Rádio Jornal e do JC

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